George is a 46-year-old member of the history department at New Carthage University. Martha is the 52-year-old daughter of the presidente of New Carthage University. They are married. Their marriage, once a loving relationship, became something defined by sarcasm and frequent acrimony. One of the reasons for it is George's aborted academic carrer.
They prefer to project false images of themselves in public situations. However, these images are created not only for their friends or neighbords but for each other as well. Because of George's apparent lack of success at his job (as it was said before), these false images are created to hide this problem. There is the idea of private and public images in marriage. George and Martha are a good example of it.
When the play was published, many americans considered success to be measured by having one own car, house, dog, kids. This concept was spread out and it often hid real problems. In "Who is afraid of Virginia Woolf?", Eduard Albee tries to reveal what happens in a marriage that is not public. George and Martha were a loving couple. As time goes by, they become a couple with "games" in which one tries to reduce the other.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Análise do poema de Augusto de Campos "psiu" (1965)

O poema "psiu", de Augusto de Campos, traz aspectos concretistas para focar na palavra que dá título ao poema de duas formas: A primeira pode atenção. Quando alguém diz "psiu", está chamando alguém, está pedindo a atenção de alguém. No caso, pede-se a atenção do leitor para os recortes de imagens da mídia que modelam o poema. O pedido de atenção ganha aqui as pecto de denúncia (da repressão militar). Palavras como "ato", "livre", "dura", "bomba", "vamos falar", "revolução", "América", entre outras, deixam a entender que o poema trata deste período de nossa história.
A segunda possibilidade de interpretação do poema é que, através do "psiu", pedimos para as pessoas ficarem caladas, quietas. Esta passividade, mais uma vez, nos remete à ditadura militar. Porém, aqui, o poema faz o que a repressão ordena. Mas será que faz mesmo? Apesar de, no centro do poema, haver uma boca e um dedo, numa referência ao "cala boca" repressor, as palavras falam por si mesmas. A boca está fechada. Entretanto, são as palavras que parecem gritar, parecem se rebelar. A frase "saber viver, saber ser preso, saber ser solto" diz mais do que qualquer boca. E, por fim, ainda temos o poema no formato de uma bola - uma bola que gira e que pode mudar as palavras num próximo momento.
A sociedade de controle e a heterotopia em Foucault na literatura contemporânea.
A sociedade de controle é a sociedade caracterizada pela revolução tecnológica responsável pela crise do modelo disciplinar anterior (focada em modelar o indivíduo através da vigilância e da punição) e pela atual massificação das informações. Na sociedade de controle, o homem assume o papel de molécula dentro de um determinado fluxo que é controlado pela sociedade. Diferentemente da sociedade disciplinada, onde o indivíduo era moldado de tal forma que ele deixava de ser ele mesmo para passar a obedecer uma "grande ordem", a sociedade de controle trabalha com a idéia de fluxo, com os vários fluxos presentes no cotidiano do indivíduo (no trânsito, em casa, no trabalho, etc.). Através destes fluxos, ela impõe um controle maior, porém deixando o homem acreditar numa possível liberdade que, na verdade, não há.
A heterotopia em Foucault é justamente esta possibilidade de fuga cujo sentido desaparece. Trata-se do concreto, do real, mas com o significado alterado, retirado do padrão. Esta fuga, esta heterotopia Foucaultiana, dentro da sociedade de controle, reflete o que são as chamadas mídias alternativas na literatura contemporânea. Partindo de uma falsa liberdade (o próprio Foucault não percebe, não sente este controle), os escritores, os poetas contemporâneos fazem o uso de mídias que fogem do trivial, do controle, para divulgar suas obras, tendo seu conteúdo influenciado pela mídia a qual sua obra é veiculada.
A heterotopia em Foucault é justamente esta possibilidade de fuga cujo sentido desaparece. Trata-se do concreto, do real, mas com o significado alterado, retirado do padrão. Esta fuga, esta heterotopia Foucaultiana, dentro da sociedade de controle, reflete o que são as chamadas mídias alternativas na literatura contemporânea. Partindo de uma falsa liberdade (o próprio Foucault não percebe, não sente este controle), os escritores, os poetas contemporâneos fazem o uso de mídias que fogem do trivial, do controle, para divulgar suas obras, tendo seu conteúdo influenciado pela mídia a qual sua obra é veiculada.
terça-feira, 30 de junho de 2009
Letras Tortas VI
Após inúmeros encontros informais, o "Letras Tortas" teve sua sexta edição oficialmente realizada no nosso novo (nem tanto) ponto de encontro: o bar da Tia Emília, onde criamos um laço de amizade tão grande com os funcionários (os dois) do estabelecimento que ambos sentem nossa falta quando não aparecemos por lá. E até mesmo quando chegamos na hora do bar fechar, somos bem recepcionados (nós é que não sabemos a hora de ir embora!).
Pegar os resultados das provas sem deixar a mesa do bar, rodeada de amigos e álcool (ou não), foi o jeito mais interessante (e é o mais interessante) que este grupo achou para se juntar e celebrar o fim de mais um ciclo em nossas vidas.
Esta sexta edição pode ser melhor contada através das fotos que aqui estão.

"Será que eles vêm hoje?"
+de+IMG_2134.JPG)
Olha a gente aí!

Garota-propaganda: quanto está o feijão?

"Olha pra lá, Danieeeeeeeeel"

Procura-se.

Gabi chegou!

Lúcia também. Beijo, me liga!

Duas meninas beijando uma loira.

Brinde!

Hã?

From us to our friend Endy!
Frases:
* "Aperta e segura."
* "Bota de novo!"
* "Não conheci nenhuma menina hetero em São Paulo."
* "Me dá um pau pereira."
* "Eu tenho noiva. Pronto, falei!"
* "Brinco com a sua também. Brinco com a de todos!"
* "A prostituta mais linda!"
* "Mostra o biquinho."
* "Ana, não vai embora, senão a gente chora."
* "A cerveja é de Deus!"
* "Isso é uma proposta? Olha que eu aceito..."
* "Tô quase aceitando. Manda mais uma que a gente vai."

Thriller?
Este "Letras Tortas" foi dedicado a Michael Jackson (ou não).
Pegar os resultados das provas sem deixar a mesa do bar, rodeada de amigos e álcool (ou não), foi o jeito mais interessante (e é o mais interessante) que este grupo achou para se juntar e celebrar o fim de mais um ciclo em nossas vidas.
Esta sexta edição pode ser melhor contada através das fotos que aqui estão.
"Será que eles vêm hoje?"
Olha a gente aí!
Garota-propaganda: quanto está o feijão?
"Olha pra lá, Danieeeeeeeeel"
Procura-se.
Gabi chegou!
Lúcia também. Beijo, me liga!
Duas meninas beijando uma loira.
Brinde!
Hã?
From us to our friend Endy!
Frases:
* "Aperta e segura."
* "Bota de novo!"
* "Não conheci nenhuma menina hetero em São Paulo."
* "Me dá um pau pereira."
* "Eu tenho noiva. Pronto, falei!"
* "Brinco com a sua também. Brinco com a de todos!"
* "A prostituta mais linda!"
* "Mostra o biquinho."
* "Ana, não vai embora, senão a gente chora."
* "A cerveja é de Deus!"
* "Isso é uma proposta? Olha que eu aceito..."
* "Tô quase aceitando. Manda mais uma que a gente vai."
Thriller?
Este "Letras Tortas" foi dedicado a Michael Jackson (ou não).
sexta-feira, 8 de maio de 2009
A situação da literatura no século XXI, sob o ponto de vista da ética/estética pós-moderna e da contribuição dos meios de comunicação de massa.
A situação da literatura no século XXI (dos anos 80 e 90 até os dias atuais) está calcada numa ética diretamente voltada para a pós-modernidade cuja consequência social e cultural é oriunda de um estágio do capitalismo. Não se trata de uma revolução (do moderno para o pós-moderno) e sim de uma mutação. A força do capital transforma as pessoas em uma sociedade menos humanizada: a ploriferação dos shoppings, o acesso a tecnologia de forma barata e a integração de todos a uma rede de comunicação são algumas das características mais básicas do capitalismo na pós-modernidade. A questão do capital também aparece na literatura a partir do momento em que não há mais a diferença entre erudito/popular, ficção e realidade, gêneros, estilos, etc. Tudo vira uma coisa só dentro de um âmbito mercadológico. A estética da arte também é afetada pelo capitalismo (responsável por transformar os ideais humanistas em consumo). Os ideais que existiam anteriormente - a vanguarda acreditava na possibilidade de mudar a sociedade criticando o que havia para derrubar e colocar algo novo no lugar, por exemplo - caem por terra. A arte é imediatista, artificial e pouco (ou quase nada) engajadora. Enquanto a vanguarda, com seus ideais humanistas, transmite a idéia de escola, de seguidores, a arte atual não segue escola de vanguarda alguma nem cria escola ou seguidores. Ela apenas se contenta com sua manifestação imediata sem buscar nada além disso.
Os meios de comunicação de massa contribuem de forma significativa para o cenário pós-moderno. Antes o livro era o meio que o poeta/escritor tinha de divulgar sua obra. Porém, com a pós-modernidade, aparecem outras possibilidades (blogs, orkut, a internet em geral) que fazem o poeta/escritor ser lido por milhares de pessoas. Esses novos meios (televisão, rádio, internet, etc) modificam a forma de expressão. Na verdade, eles se tornam parte da expressão e isto implica na modificação do receptor diante do meio que se apresenta a sua frente. Os meios de comunicação que surgem são tão majoritários (ao contrário do livro, minoritário) que se tornam mais importantes que a mensagem (um filme feito para o cinema, por exemplo, perde sua força na televisão).
Os meios de comunicação de massa contribuem de forma significativa para o cenário pós-moderno. Antes o livro era o meio que o poeta/escritor tinha de divulgar sua obra. Porém, com a pós-modernidade, aparecem outras possibilidades (blogs, orkut, a internet em geral) que fazem o poeta/escritor ser lido por milhares de pessoas. Esses novos meios (televisão, rádio, internet, etc) modificam a forma de expressão. Na verdade, eles se tornam parte da expressão e isto implica na modificação do receptor diante do meio que se apresenta a sua frente. Os meios de comunicação que surgem são tão majoritários (ao contrário do livro, minoritário) que se tornam mais importantes que a mensagem (um filme feito para o cinema, por exemplo, perde sua força na televisão).
terça-feira, 24 de março de 2009
Letras Tortas V (Aniversário da Danielli)
Ao contrário do costume que se foi criando (de nossos encontros serem realizados no Rio 40 graus, em frente à UERJ), a quinta edição do "Letras Tortas" aconteceu no não menos famoso bar da Tia Emília, perto da Faculdade CCAA. O motivo de mais um "Letras Tortas" surgiu da necessidade de se comemorar o aniversário da nossa amiga Danielli, a Dani. Já viu, né? Sexta-feira, galera "calibrando" desde cedo, uma data pra ser comemorada em questão e a ausência do professor para a última aula da semana... .Fala sério! Pediram...
E nesta edição do "Letras Tortas", novos integrantes uniram-se aos velhos e já cascudos (uns mais, outros menos) componentes deste grupo. Ana Paula e Vítor, que a presença de vocês se torne uma consequência normal no cotidiano deste bando (mesmo o Vítor não bebendo).
Parabéns Dani! Ana Paula e Vítor, bienvenidos! E aqui vai um pouco do que aconteceu naquela sexta que começou cedo, bem cedo.
Miguel e Dani: a lenda do Riachuelo e a aniversariante.
"Parabéns pra você..."
Los Bicudos
Influência de quem?
Vítor e seu bico, mesmo com os pedidos ardorosos do Felipe para que isto não fosse registrado. "É a visão do inferno!", disse.
É claro que a Dani fez biquinho.
Até tu?!
Márcia Lucius sendo atacada pela língua saltitante da Ana Paula e pelo dedinho sapeca da Danielli.
Todos
Momento de reflexão:
"Ah eu com 24... dava 3 sem sair de cima!"
"Na hora que eu quiser parar de fumar, eu fumo."
"Meia hora com a Dani."
"Você também é saradinho, carããã!"
"Bate na minha."
"Eu só fico sinceramente observando."
"Ainda bem que a gente não é galinha."
"Você está no seu destino."
Pra fechar, a "dancinha da Tieta" do Vítor e uma piadinha da Ana Paula:
Obs: Esta "anta" que vos escreve esqueceu de sair nas fotos para comprovar a presença no evento. Mas eu estava lá!!!!
E nesta edição do "Letras Tortas", novos integrantes uniram-se aos velhos e já cascudos (uns mais, outros menos) componentes deste grupo. Ana Paula e Vítor, que a presença de vocês se torne uma consequência normal no cotidiano deste bando (mesmo o Vítor não bebendo).
Parabéns Dani! Ana Paula e Vítor, bienvenidos! E aqui vai um pouco do que aconteceu naquela sexta que começou cedo, bem cedo.
Miguel e Dani: a lenda do Riachuelo e a aniversariante.
"Parabéns pra você..."
Los Bicudos
Influência de quem?
Vítor e seu bico, mesmo com os pedidos ardorosos do Felipe para que isto não fosse registrado. "É a visão do inferno!", disse.
É claro que a Dani fez biquinho.
Até tu?!
Márcia Lucius sendo atacada pela língua saltitante da Ana Paula e pelo dedinho sapeca da Danielli.
Todos Momento de reflexão:
"Ah eu com 24... dava 3 sem sair de cima!"
"Na hora que eu quiser parar de fumar, eu fumo."
"Meia hora com a Dani."
"Você também é saradinho, carããã!"
"Bate na minha."
"Eu só fico sinceramente observando."
"Ainda bem que a gente não é galinha."
"Você está no seu destino."
Pra fechar, a "dancinha da Tieta" do Vítor e uma piadinha da Ana Paula:
Obs: Esta "anta" que vos escreve esqueceu de sair nas fotos para comprovar a presença no evento. Mas eu estava lá!!!!
segunda-feira, 2 de março de 2009
Letras Tortas IV (Pré-carnaval)
Além da reunião de estágio, realizada na última quinta antes do carnaval (desculpa propícia para o quarto encontro do "Letras Tortas"), esta confraternização também teve sua origem num pedido inesperado. Camila (!!!) foi a voz propulsora que reativou o "Letras Tortas" para mais um momento de total informalidade. "Gente, mas eu só vou beber Matte, tá?", disse nossa amiga. Sem problemas, Camila! O "Letras Tortas" está sempre de braços abertos para receber novos(as) amigos(as).

E para aqueles que não estiveram presentes, aí vai um tostão do que aconteceu.

As mascaradas.

Clima carnavalesco I

Clima carnavalesco II (Carlos "mangayrense")

The Greens

"Eu quééééro uma linguiça!"

"Já tenho minha linguiça, bobo!"

"Olha o tamanho da sua linguiça, rapazinho!"

Abstenho-me.
PÉROLAS:
"Sua aula de anatomia só perde para o João Kléber."
"Você pode ser o elemento flutuante."
"Só porque tem o cabo grosso."
"Tipo cebola: come chorando."
"A gente está falando coisa séria e você vem de palhaçada?!"
"Porra! Eu gosto de linguiça. Qual é o problema?"
"O meu é igual ao teu mais uma linguiça."
"Psicóloga de bar ou de Bach?"
"Deixa ele lá com aquela cara de caveira."
"Ah, eu fico com peninha, cara."

Um brinde a nós!

E para aqueles que não estiveram presentes, aí vai um tostão do que aconteceu.

As mascaradas.

Clima carnavalesco I

Clima carnavalesco II (Carlos "mangayrense")

The Greens

"Eu quééééro uma linguiça!"

"Já tenho minha linguiça, bobo!"

"Olha o tamanho da sua linguiça, rapazinho!"

Abstenho-me.
PÉROLAS:
"Sua aula de anatomia só perde para o João Kléber."
"Você pode ser o elemento flutuante."
"Só porque tem o cabo grosso."
"Tipo cebola: come chorando."
"A gente está falando coisa séria e você vem de palhaçada?!"
"Porra! Eu gosto de linguiça. Qual é o problema?"
"O meu é igual ao teu mais uma linguiça."
"Psicóloga de bar ou de Bach?"
"Deixa ele lá com aquela cara de caveira."
"Ah, eu fico com peninha, cara."

Um brinde a nós!
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