terça-feira, 29 de setembro de 2009
domingo, 27 de setembro de 2009
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
XIV Bienal Internacional do Livro RJ/2009
A XIV Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro aconteceu mais uma vez no Rio Centro, espaço já acostumado com grandes eventos tal como este.
Sob a alcunha de professor, estive presente em três dos onze dias de Bienal sem pagar a entrada e ganhando brindes aos montes (principalmente no estande dos Estados Unidos - if you know what I mean, baby). Já sob a alcunha de poeta, troquei informações, conheci gente nova e não tão nova assim e apresentei meu novo projeto, "1,99 - Poesia até o último centavo" (mesmo sendo na clandestinidade).
A Bienal acabou. Agora a poesia volta para seus becos de costume. Os radicais agradecem a não-popularização da arte sem deixar a máscara cair. Até 2011.




Emilene Stoianof
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Ferreira Gullar
Sob a alcunha de professor, estive presente em três dos onze dias de Bienal sem pagar a entrada e ganhando brindes aos montes (principalmente no estande dos Estados Unidos - if you know what I mean, baby). Já sob a alcunha de poeta, troquei informações, conheci gente nova e não tão nova assim e apresentei meu novo projeto, "1,99 - Poesia até o último centavo" (mesmo sendo na clandestinidade).
A Bienal acabou. Agora a poesia volta para seus becos de costume. Os radicais agradecem a não-popularização da arte sem deixar a máscara cair. Até 2011.



Emilene Stoianof
Ferreira Gullar
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Descartáveis
Onde há fumaça, há fogo
uma saia curtinha
poesia
cigarros.
O que vem fácil, vai fácil
um beijo na boca
dinheiro
carros.
Descartável?
um alguém
uma noite
seringa e sexo.
Eu?
um sempre antes irresponsável
um sempre depois perplexo.
* "Descartáveis" é o sexto poema da plaquete "Os Sete Espelhos Quebrados".
uma saia curtinha
poesia
cigarros.
O que vem fácil, vai fácil
um beijo na boca
dinheiro
carros.
Descartável?
um alguém
uma noite
seringa e sexo.
Eu?
um sempre antes irresponsável
um sempre depois perplexo.
* "Descartáveis" é o sexto poema da plaquete "Os Sete Espelhos Quebrados".
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
domingo, 16 de agosto de 2009
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Toda noite é um todo
Toda noite é um todo
e que se foda
se eu não fodo
se eu não mordo
se eu não arranco pedaço
de algum cabaço louco
que se dane
se causo dano
a fulano ou ciclano
se a solidão é sozinha
quando a noite alheia
incendeia a minha
num fogo tamanho.
Tô nem aí
e nem Alá
há de me tirar daqui.
Giro a roda
passo o rodo
toda noite é um todo a se despir
e que se foda
se eu não fodo
se eu não mordo
se eu não arranco pedaço
de algum cabaço louco
que se dane
se causo dano
a fulano ou ciclano
se a solidão é sozinha
quando a noite alheia
incendeia a minha
num fogo tamanho.
Tô nem aí
e nem Alá
há de me tirar daqui.
Giro a roda
passo o rodo
toda noite é um todo a se despir
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