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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

De onde não se vê

Todas dançam sob os holofotes.
Olho, de onde não se vê, peitões acostumados a me nocautear,
peitinhos durinhos que caberiam na minha mão,
bundas necessitadas de uma boa comida,
bundas pedindo o que só quem está fora dos holofotes consegue ouvir.
Penso no que eu não faria com elas na delegacia, na igreja, no hospital, na escola, no tribunal.

Todas dançam, mesmo sem holofote.
Pegam a lanterna, abrem a geladeira e logo estão no centro, no meio, no alvo.

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